Jornalismo em Ambientes Digitais (2018)

Programa da disciplina ministrada pelos professores Eduardo Nunomura e Michelle Prazeres, nos primeiros anos de Graduação em Jornalismo.

DISCIPLINA: Jornalismo em Ambientes Digitais

72 HORAS-AULA

TURMA/HORÁRIO: Quintas-feiras/ manhã e noite

PROFESSOR RESPONSÁVEL: Eduardo Nunomura e Michelle Prazeres

 

Quintas-feiras                                     CRONOGRAMA DE AULAS – 2018

DATA AULA CONTEÚDO PREVISTO / LEITURAS INDICADAS / ATIVIDADES/AVALIAÇÕES

 

01/2 01 Recepção aos calouros (apenas para 1º e 2º ano)
02
08/2 03 Apresentação e sondagem inicial. Proposta do curso: reconfigurações do jornalismo em ambientes digitais.
04
15/2 05 Survey (coleta) – Pesquisa Hábitos de Consumo de Mídia entre alunos LAB
06
22/02 07 Survey (extração e manipulação dos dados) – Exercício: encontre uma manchete LAB AV1
08
01/3 09 Survey (Discussão) – conceitos para apoiar o ponto de partida dos estudos sobre jornalismo
10
08/3 11 Semana Mulher e Mídia apenas para as turmas da manhã.
12 Turmas da noite:
15/3 13 Fundamentos de JAD. Conceitos clássicos do jornalismo e suas reconfigurações. Conceitos para apoiar a reflexão sobre apuração em digital: entrevistas, fontes, pesquisa e checagem, observação, informação x opinião.
SLIDES DA AULA
14
22/3 15 Exercício: análise de reportagens multimídia. LAB AV2
SLIDES DA AULA
16
29/3 17 Revisitando conceitos clássicos do jornalismo: Critérios de noticiabilidade, furo, interesse público, agenda setting, gatekeeping, algoritmos. SLIDES DA AULA
18
5/4 19 Velocidade: o furo não é mais uma prerrogativa do jornalismo? O que é jornalismo em digital, então? Temos uma crise, uma ameaça ou uma oportunidade? SLIDES DA AULA
20
12/4 21 Introdução aos ambientes digitais: cibercultura. Alguns conceitos para apoiar a reflexão.
SLIDES DA AULA (informações sobre os seminários)
22
19/4

 

23 Exercício (redação): faça um post sobre o que é (ou o que representa) a cultura digital para você? LAB AV3
Formulário do exercício
24
26/4

 

25 Devolutiva e debate: cultura digital, cibercultura (retomando os conceitos) e convergência.
26
03/5 27 Cultura da convergência. SLIDES DA AULA
28
10/5 29 Mobilização em rede. Engajamento. Diálogo ou discurso? Concepções de recepção. Formas de interação.
30 Exercício: construindo personas: http://www.validandoideias.com.br/como-montar-um-canvas-segmentacao-de-clientes/
17/5 31 Seminários expositivos: cases de jornalismo em ambientes digitais SE
32
24/5 33 Seminários expositivos: cases de jornalismo em ambientes digitais SE
34
07/6 35 Exercício: stalking. LAB AV4
36
14/6 37 Exercício: stalking. LAB AV4
38 Síntese coletiva e debate sobre o exercício.
SLIDES SOBRE SEGURANÇA E PRIVACIDADE
21/6 39 Semana de Provas PR
40
28/6 41 Devolutiva de Provas
42
FÉRIAS
02/8 43 Avaliação do curso e (re)planejamento do semestre.
44 TURMAS DA NOITE
Avaliação do curso e (re)planejamento do semestre.
Evento: As eleições das fake news: como combater a desinformação com a educação.
09/8 45 Pauta em ambientes digitais. O que é? Como fazer?
Planejamento de pautas dos projetos.
46
16/8 47 Jornalismo explicado.
48
23/8 49 Oficina de Reportagem Apoiada em Computador. Fontes, pesquisas, estudos. slides da aula
50 LABORATÓRIO.
30/8 51 Semana de Comunicação Cásper Líbero.
52
06/9 53 Mentoria. ENTREGA 1: pauta. Vale 2 pontos.
54
13/9 55 Jornalismo de dados. Introdução. Uso de software de manipulação de planilhas. SLIDES da aula
56 LABORATÓRIO.
20/9 57 Jornalismo de dados. Acesso a bancos de dados. Scrapping. Mineração. SLIDES DA AULA
58 LABORATÓRIO.
27/9 59 Jornalismo de dados. Visualização. Mapas. Infografia.
SLIDES DA AULA
60 LABORATÓRIO.
04/10 61 Arquitetura da informação. Experiência de usuário.
Aula expositiva. SLIDES DA AULA
11/10 63 Pesquisa docente.
Mentoria. Arquitetura da informação. ENTREGA 2: Arquitetura da informação. Vale 2 pontos.
64
18/10 65 SEO. Métricas.
Slides da aula
66 LABORATÓRIO
M: Red 2
N: Red 5
25/10 67 Mentoria: tratamento funcional.
Infoteinment. Gameficação. Audiovisual.
68 M: Red 3
N: Red 5
01/11 69 ENTREGA 3: textos. Vale 2 pontos.
70 Aula prática de edição.
LAB Red 5
08/11 71 ENTREGA 3: textos.
72 Aula prática de edição.
LAB Red 5
22/11 73 Mentoria para a entrega final (Pitching).
74 LABORATÓRIO
M: Red 3
N: Red 5
29/11 75 Entrega final. PitchingVale até 4 pontos.
76 N: Red 5
06/12 77 Avaliação geral do curso.
(Semana de provas)
78
13/12 79 Devolutivas.
80
20/12 Exame final
.

 

AVALIAÇÃO:

Primeiro semestre

– Serão realizados 4 Exercícios (AV). Será feita a média de AVs-1 Exercícios (exclui-se a menor nota) e eles corresponderão a 30% da Média Final.

– Os Seminários Expositivos (SEM) do primeiro semestre envolvem uma pesquisa sobre iniciativas de jornalismo em ambiente digital sorteadas entre grupos da sala (10 grupos de 5), apresentação sintética (10 minutos) para a sala e entrega de relatório para os professores. Eles correspondem a 30% da Média Final.

– Prova (PR): 40% da Média Final

Segundo semestre

– Serão realizadas 3 entregas de processo, valendo 2 pontos cada.

– Os projetos devem gerar um protótipo de reportagem multimídia que vai passar por um processo de seleção visando a sua publicação. Os protótipos serão apresentados em um pitching ao final do curso, que vale até 4 pontos..

 

REFERÊNCIAS

Leituras indicadas

CASTELLS, Manuel. A Galáxia da Internet. Zahar Editores, 2008.

FORD, Sam; GREEN, Joshua; JENKINS, Henry. Cultura da Conexão. Editora Aleph, 2014.

JENKINS, Henry. Cultura da Convergência. São Paulo: Aleph, 2008.

LEMOS, André. Cibercultura: tecnologia e vida social na cultura contemporânea. Porto Alegre, Editora Sulina, 2004.

NEWMAN, Nic et al. Digital News Report 2017. Reuters Institute for the Study of Journalism. *

PRADO, Magaly. Webjornalismo. Rio de Janeiro: LTC, 2011.

SHIRKY, Clay. A cultura da participação: criatividade e generosidade no mundo conectado. Rio de Janeiro: Zahar, 210 páginas, 2011.

TERRA, Carolina.  Mídias Sociais… e agora? O que você precisa saber para implementar um projeto de mídias sociais. Difusão Editora e SENAC Rio, São Paulo, 2012

 

Leituras complementares

 

ABRAMO, Perseu. Padrões de manipulação da grande imprensa. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2003.

 

AFONSO, Carlos A.. Todos os datagramas são iguais perante a Rede!. 2007. Disponível em <http://www.cgi.br/publicacoes/artigos/artigo43.htm >. Acesso em: 19 de junho de 2008.

 

ALT, Luis. PINHEIRO, Tennyson. Design Thinking Brasil: empatia, colaboração e experimentação para pessoas, negócios e a sociedade. Rio de Janeiro, Elsevier, 2011.

 

BARBOSA, Suzana. Jornalismo Digital em Ambientes Dinâmicos – Propriedades, rupturas e potencialidades do Modelo JDBD. Disponível em: http://www.lasics.uminho.pt/ojs/index.php/5sopcom/article/view/37

 

BECKER, Beatriz; BARREIRA, Ivone. Snow Fall: uma avalanche de criatividade e de desafios para o Ensino de Jornalismo. In: Revista Contracampo, v. 28, n. 3, ed. dezembro ano 2013. Niterói: Contracampo, 2013. Pags: 73-91. Disponível em: http://www.uff.br/contracampo/index.php/revista/article/viewFile/587/379

 

Beiguelman, Gisele. Curadoria da informação. Palestra. USP, 2011. http://www.desvirtual.com/curadoria-de-informacao/

 

BENKLER, Yochai. The Wealth of Networks – How Social Production Transforms Markets and Freedom. London: Yale University, 2006.

 

BOUNEGRU, Liliana. CHAMBERS, Lucy. GRAY, Jonathan. Manual de Jornalismo de Dados, 2012. Disponível em: http://datajournalismhandbook.org/pt/index.html

 

BRADSHAW, Paul. A model for the 21st century newsroom: pt1 – the news diamond. Disponível em: <http://onlinejournalismblog.com/2007/09/17/a-model-for-the-21st-century-newsroom-pt1-the-news-diamond/>

 

BRUNO, Fernanda. Máquinas de ver, Modos de ser – Vigilância, tecnologia e subjetividade. Porto Alegre, Editora Sulina, 2014. Disponível em: http://www.editorasulina.com.br/detalhes.php?id=625

 

CANAVILHAS, João. Notícias em mobilidade: o jornalismo na era dos dispositivos móveis. Disponível em: http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/20130404-201301_joaocanavilha_noticiasmobilidade.pdf

 

CASTELLS, Manuel. Communication Power. Oxford, 2009.

______ Redes de indignação e esperança. Movimentos sociais na era da internet. Tradução: Carlos Alberto Medeiros. http://pt.scribd.com/doc/246283622/CASTELLS-Manuel-Redes-de-indignacao-e-esperanca-pdf#scribd

 

CAZELOTO, Edílson. Inclusão Digital: uma visão crítica. São Paulo: Editora SENAC, 2008.

 

CHYI, H. Iris. Trial and Error: US newspapers’ digital struggles toward inferiority. Pamplona, Espanha: Servicio de Publicaciones de la Universidade de Navarra, 2013.

 

CORRÊA, Elizabeth Saad, BERTOCCHI, Daniela. “O Algoritmo curador – O papel do comunicador num cenário de curadoria algorítmica de informação”. Artigo apresentado no XXI Encontro Anual da Compós, Universidade Federal de Juiz de Fora, 12 a 15 de junho de 2012. Disponível em: http://www.compos.org.br/pagina.php?menu=14&mmenu=6&gm=int&gti=arqul&ordem=3&grupo1=9D

 

COSTA, Caio Tulio. Um modelo de negócio para o jornalismo digital. http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/um_modelo_de_negocio_para_o_jornalismo_digital

 

COSTA, Rogério da. Inteligência coletiva: comunicação, capitalismo cognitivo e micropolítica. Revista

 

FAMECOS, Porto Alegre, n. 37, p. 61-68, dez. 2008.

 

CRUCIANELLI, Sandra. Ferramentas digitais para jornalistas. Knight Center for Journalism in the Americas. Disponível em: https://knightcenter.utexas.edu/hdpp_pt-br.pdf

 

DOWNEY JR., Leonard & SCHUDSON, Michael. The Reconstruction of American Journalism, 2009. *

Em espanhol: Modelo para el periodismo del siglo XXI. Disponível em:

 

FERRARI, Polyana. Jornalismo Digital. Editora Contexto, 2010.

 

GRUESKIN, Bill; SEAVE, Ava; GRAVES, Lucas. The Story So Far: What We Know About the Business of Digital Journalism, 2011. *

 

HABERMAS, Jürgen. Mudança estrutural da esfera pública: investigações quanto a uma categoria da sociedade burguesa. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1984.

 

HESS, Kristy & WALLER, Lisa. Local Journalism in a Digital World. Londres: Palgrave, 2017.

 

HINDMAN, Matthew. Stickier News, What Newspapers Don’t Know about Web Traffic Has Hurt Them Badly – But There is a Better Way (Discussion Paper Series). Shorenstein Center on Media, Politics and Public Policy. Harvard Kennedy School, 2015. *

Introdução e boas práticas em UX Design. Casa do código.  2015.

 

JENKINS, Henry. Cultura da convergência. São Paulo: Aleph, 2009.

 

LEMOS, André. Cibercultura: remix. http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/andrelemos/remix.pdf

 

LESSIG, Lawrence. Cultura livre: como a grande mídia usa a tecnologia e a lei para bloquear a cultura e controlar a criatividade. 2004. Disponível em: <http://free-culture.cc/(inglês)> e <http://stoa.usp.br/oerworkshop/files/1333/7582/cultura_livre.zip (português)>. Acesso em: 21 de janeiro de 2009.

 

MANOVICH, Lev. Database as Symbolic Form. Disponível em http://transcriptions.english.ucsb.edu/archive/courses/warner/english197/Schedule_files/Manovich/Database_as_symbolic_form.htm. Acesso em 14/3/2013.

 

Mapa do jornalismo independente: http://apublica.org/mapa-do-jornalismo/

 

MARTÍN-BARBERO, Jesús. Diversidad en convergencia. Ministério da Cultura do Brasil. Seminário Internacional sobre diversidade Cultural. Brasília, 27 a 29 de junho de 2007. Disponível em <http://web.archive.org/web/20071206014601/http://www.cultura.gov.br/blogs/diversidade_cultural/wp-content/uploads/2007/07/diversidadenconvergencia_barbero.pdf>. Acesso em: 20/04/2009

 

MARTINO, Luis Mauro Sá. Teoria das mídias digitais. São Paulo: Vozes, 2014.

 

MCGONIGAL, Jane. A realidade em jogo: por que os games nos tornam melhores e como eles podem mudar o mundo. Rio de Janeiro: Bestseller, 2012.

 

NIELSEN, Rasmus Kleis. Digital News as Forms of Knowledge: a new chapter in the sociology of knowledge. In: BOCKZKOWSKI, Pablo J; Anderson, Christopher W.  Remaking the news: essays on the future of journalism scholarship in the digital age. Cambridge: The MIT Press, 2017. p. 91-110.

 

Pew Research Center, State of the News Media Report, 2016. *

 

Post Industrial Journalism: Adapting to the Present: http://towcenter.org/research/post-industrial-journalism/

 

PRADO, Magaly. Webjornalismo. Rio de Janeiro, LTC, 2011.

 

Pretto, Nelson e Silveira, Sergio. Além das redes de colaboração: internet, diversidade cultural e tecnologias do poder. Salvador, Edufba, 2008. Disponível em: http://books.scielo.org/id/22qtc

 

SAVAZONI, Rodrido. DEAK, André. A linguagem libertada, 2007. http://www.jornalismodigital.org/2010/05/30/a-reportagem-na-era-digital/

 

SHIRKY, Clay. Cultura da participação. São Paulo: Zahar Editores, 2011.

 

SILVA. Gilmar. Novos jornalistas: para entender o jornalismo hoje: https://docs.google.com/leaf?id=0B3Vf35m8bsMNZmM0NzhjZmMtZDU5Zi00Y2FiLWFhMWItM2ZmMjFhNTA1ZDJh&hl=en

 

SILVEIRA, Sérgio Amadeu. “Ciberativismo, cultura hacker e o individualismo colaborativo”. Revista USP, junho/julho 2010. Dossiê Cibercultura. Disponível em http://www.revistasusp.sibi.usp.br/scielo.php?pid=S0103-99892010000300004&script=sci_arttext.

 

TERRA, Carolina.  Mídias Sociais… e agora? O que você precisa saber para implementar um projeto de mídias sociais. Difusão Editora e SENAC Rio, São Paulo, 2012.

 

TRIVINHO, Eugenio. A dromocracia cibercultural: lógica da vida humana na civilização mediática contemporânea. São Paulo: Paulus, 2007.

 

VIEIRA, Livia de Sousa. A influência das métricas no jornalismo digital

 

* Disponíveis online

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